CULTURA

Desde 1886 o jornalismo impresso registra a história da cidade

21/12/2023 18:30




 Ao comemorarmos neste dezembro os 35 anos da FOLHA DE PONTE NOVA, ousamos mais uma incursão na história da cidade, resgatando a experiência dos pioneiros da nossa imprensa, a partir de 1886 (vinte anos após a emancipação do município, em 1866).

A responsabilidade de produzir esta visão histórica traz o risco da omissão de nomes e publicações. Lançamos, todavia, luz sobre nomes e títulos que, obstinadamente, cada um a seu tempo ou circunstância, escreveram uma parte da história de Ponte Nova.

Que este resumo histórico seja referência para pesquisa detalhada sobre os motivos particulares e públicos, idealistas e/ou políticos, literários e/ou jornalísticos, que nortearam tantas publicações.

Nota da Redação - A pesquisa sobre a Imprensa de Ponte Nova (editada pela 1ª vez nesta FOLHA em dez/1998) teve como referências: as Efemérides Pontenovenses, editadas nos anos 1970 por José Schiavo no Jornal do Povo; coleção de jornais mantida por Mário Clímaco; e acervo do Arquivo Público Municipal.

Como a edição de aniversário desta FOLHA coincide com a nossa edição de Natal, deixamos esta pesquisa como um presente aos nossos leitores, junto com as mensagens natalinas e de fim de ano de alguns de nossos parceiros anunciantes. Vamos à sequência:

1886 (14/2) - O Rio Doce, do major Lázaro Raymundo Gomes, com apoio de padre João Pinheiro, identificando-se como “Órgão do Commercio e da Lavoura”. Foi desativado na virada do século, quando tinha a participação de Custódio José Ferreira Martins e do major Olímpio Soares.

1890 - A Vespa.

1891 - O Bem-Te-Vi.

1892 - O Pontenovense e O Rouxinol, de Aníbal Lopes. Ainda em 1892 (11/4),  A Sentinela Perdida, de José Francisco do Nascimento; A Ponte Nova (30/10), de Arthur Victor Serra; e O Lidador (10/11), de Tito Cézar Maximiliano de Carvalho Bhering.

 Na capa da Edição de 2008, comemoramos a chegada do  Natal, mas enfatizamos os estragos provocados pelo temporal e a enchente de 18/12, com apelo à solidariedade na reconstrução de trecho da cidade

1894 - O Tupinambá, de Luiz Brandão e Artur Victor Serra. Atuaram Aníbal Lopes e Olegário Lopes de Faria. Posteriormente o jornal foi dirigido por Tito e Mário Bhering. Houve colaboração de Altivo Sette e Landulfo Machado Magalhães. Ao deixar de circular, em 1903, era editado por Carlos Fonseca Brandão.

1896 (9/9) - O Aimoré, de Sérgio Martins de Brito.

1898 - A Mata e O Serro Azul, ambos de vida efêmera. No final do século, circularam ainda O Foguete, A Urucubaca e O Pingão, este de Osmar Campos, José Maria da Silveira e tipógrafo Pedro Bonfatti.

1903 (22/3) - O Piranga, de Júlio de Almeida Pinho e, em seguida, de Francisco Martins Soares. Redação de Antônio Agenor Porto e gerência de José Penna, que deixa o jornal e o retoma em 1917. Em 1907, o dono era Mário Carneiro Fontoura, com apoio do senador Antônio Martins. Circulou até 27/10/1918.

1904 - A Pândega (14/8), humorístico editado no distrito de Jequeri; A Pleura (21/8), crítico-humorístico de Aníbal Lopes; e A Alvorada, de Sebastião Velasco, que circulou por 3 anos.

 Na Edição do Natal de 2013, colecionamos depoimentos de 16 pessoas que comemoravam 25 anos naquele ano, marcado pelo 25º aniversário do Jornal. Destacamos o sucesso do 1º Concerto de Natal desta FOLHA

1905 - A Verdade, de Camilo Soares de Moura, que circulou até 1908.

1906 - A Onda, de Arthur Victor Serra, com apoio de Lindolfo de Almeida Campos. Serra edita também O Rompe-Rasga. Circula ainda O Vagalhão. Em Jequeri, Arnoud de Souza edita A Liberdade.

1907 - O Coió, de Aníbal Lopes, reeditado em 8/l/l911, redigido sob pseudônimo por Manduca das Moças e Fifina dos Anjos.

1908 (3/l2) - O Implicante, de José Penna, com edições esporádicas até 3/12/1917.

1910 - O Correio da Semana, de Luiz Soares, reeditado em 1915.

 Capa da Edição de 2011: a despeito dos danos provocados pelas chuvas de 18 e 19/12, criatividade para evidenciar o espírito natalino. No caderno especial, retrospectiva dos principais fatos do ano

1911 (6/6) - O Município, de João Stockler Coimbra. Redação (até 1914) de Arnoud de Souza, Sizerando Starling, Francisco Soares e Georgetta Marinho Sette e Câmara. Ainda em 1911, União Católica, de Francisco Pereira de Vasconcelos, e O Jequeri (1/12), de José Pinto Coelho e Olímpio Mol, depois, de José Sette Câmara, e em seguida, de José Eduardo.

1912 - O Montanhês (18/1), em Rio Casca, de Benjamim Vieira Coelho, e em julho, com redação de Theopisto Vaz de Meio, seguindo orientação do senador José Cupertino Teixeira Fontes; e O Tagarela, de Mário Dinelli e Joaquim Soares Filho.

1913 (30/3) - A Evolução, revista de Aníbal Lopes e Arthur Victor Serra, de curta duração. Logo, o título continuou em forma de jornal, com textos de Augusto Brant Filho, Mário Fontoura e Arnoud de Souza. Em Amparo do Serra, O Momento, de José Pinto Coelho.

1914 (3/5) - O Monitor, de Augusto Brant Filho, com apoio do senador Pinheiro Machado. Circularam ainda: O Rio Casca, de Benjamim Vieira Coelho; O Olho, de José Soares da Rocha; e O Democrata, em Santo Antônio do Grama.

1915 - Reaparece O Município, agora com Antônio Brant Ribeiro, com parada em 1917 e outra fase de 10/1/1918 até meados de 1920. Reaparece o Correio da Semana (21/3), de Aníbal Lopes e Artur Victor Serra, ficando sob direção de Luiz Martins Soares, a partir de 1920. Em 1925, o jornal era de Campos, Godoy & Cia., gerido por Caio de Freitas Castro e Manoel Campos Pinho. Depois, redação de Aníbal Dória/1926 e José Joaquim Godoy/1927, com apoio de Luiz Martins Soares.

1916 - A Ponte Nova, de José Fausto de Oliveira Dias.

1917 - O Tiro (jan), do tenente Jorge Augusto Sounis, redigido por Mário Solar e Antônio Brant Filho; A Época (29/3), de José Fausto Dias (que edita em Rio Doce O Rio Doce) e, depois, de Tito Bhering; e A Norma (13/5), de José Penna, com redação de José Eduardo Gomes.

 Na Edição do Natal de 2014, reportagens e artigos mediram o sentido da religiosidade em função da simbologia natalina e da expectativa do Ano-Novo

1918 (20/1) - A Marreta (até 1920), de Otaviano Queiroga e Sílvio da Luz. Circulam ainda: O Sport, órgão oficial do PFC; O Momento, em Amparo do Serra, de José Pinto Coelho (gerenciado por Jackson Lopes de Faria), que o passou para Guimarães & Cia.); e A Notícia (7/7), de José Soares da Rocha, com redação de Luiz Fidêncio e colaboração de José Schiavo. O jornal reaparece em 1927.

1919 - O Correio da Mata, de Jaime e Sílvio Marinho, que circula até 8/11/1925; e A Vespa (13/4), de Tito Bhering, que editou ainda O Lidador.

1920 - Nova fase de O Correio da Semana (11/7), com Luiz Martins Soares e o redator Otávio Soares. Entre 1923 e 1925, é editado por Aníbal Dória. Circula ainda O Suco, com editores sob os pseudônimos de Judex e Rolleaux.

1921 - A Pêra, de Arlindo Penna, e A Vitrola, de Oswaldo Tavares, secretariado por Jayme Seabra.

1923 - A Atualidade, de José Fausto Dias, retomado em 1925.

1924 (14/3) - A Gazeta de Ponte Nova, dos irmãos Pio e Armindo Penna, com redação de  José Eduardo. Em 17/5/1925, nova fase, com direção de Jamil Santos e gerência de Pio Penna. Em 1927, o diretor era Cantídio Drumond Filho. Em 1931, o projeto é renovado com colaboração de Antônio Gonçalves Lanna, cônego Raimundo Trindade e José Schiavo. Em 1940, o jornal era de Pio e Arlindo Penna, tendo como colaborador Mário Clímaco. A Flâmula (23/3), gerenciada por José Alves e redigida por José Bellico Sobrinho. O Excelsior (1º/6), de Jamil Santos, redigido por Euclydes Cardoso. Circulam ainda O Cupido/PN e, em Matipó, O Mercantil, de Alcides Natal.

 A manchete principal, “Fé e solidariedade no Natal”, indicou na Edição de Natal de 2016 nova forma de abordagem da temática em nossas páginas. Conclamou-se a comunidade a vivenciar o Natal em clima de fé e partilha e registramos duas relevantes entrevista com: Neide Coelho Moreira/diretora da Associação Espírita Beneficente Júlio Bravo; e irmã Zélia Patrício/dirigente da Fundação Menino Jesus

1925 - No distrito de Jequeri, José Eduardo Gomes lança A Onda e, depois, O Município e A Norma. Circula ainda o Villa Jequery, órgão do PRM, editado por José Ubaldo Pereira. Em Ponte Nova, a SE Primeiro de Maio edita O Esporte (15/12). Outros títulos daquele ano: A Vanguarda, de Arlindo Guimarães; O Serro, de Alfredo Drumond; A Mata, de Camilo Soares de Moura; e O Povo, de Orlando Caldas.

1926 - Revista de Ponte Nova, de Raimundo Dias.

1927 - A Notícia, diário de José Soares da Rocha, redigido por Nelson Alves. Circulou ainda A Reação, dos irmãos Caio e Evaristo de Freitas Castro.

1928 - O Jequeri, de Raymundo R. Reis Júnior, dirigido por João das Chagas Fialho; O Binóculo (3/3), de Alcino Chaves, com redação de M. Marcondes e direção de J. Geraldo de Souza; e A Bomba (9/9), de José Lopes e Reinaldo Garavini.

1931 (25/5) - O Alvi-Rubro, do Pontenovense FC, editado por Nelson Alves e redigido por Mário Clímaco até 26/3/1933. Houve edições extras em 1934, 1935 (ambas sob direção de Mário Clímaco) e 1936 (com Geraldo Vasconcelos, Zequinha Fonseca, José Lopes e Léo Vazo). Circula ainda O Cutelo, de Jamil Santos.

1933 (30/4) - Jornal do Povo/JP, de Aníbal Lopes, que circulou até 1983 (com cerca de 5 mil edições). Aníbal morreu em 13/3/1943, e seu filho José Lopes o substituiu. O jornal chegou a circular duas vezes por semana, contando ainda com os irmãos Antônio, Gutemberg e Jaci Lopes. Entre 1950 e 1952, circula com o Suplemento Literário do JP, com Antônio Brant Ribeiro, Jamil Santos, Mário Clímaco, Olegário Lopes e Nelson Alves. O JP se consolidou com vários nomes: Adriano Fonseca, Rubem Grossi, José Jacinto de Alcântara, Gonçalves da Costa, Salvador Ferrari, Fued Farhat, José Maria Mayrink, Guiomar Couto, SteIa e Helena Schiavo, Sylvio Guimarães Reis, Gabriel Palermo, Laene Teixeira Mucci, Lindalva Fonseca, Mauro Ribeiro, Sizerando Starling, Ivo Barroso, cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho, Pedro Maciel Vidigal, José Gonçalves Moreira, Luiz Pereira Alvarenga, José Garíglio, Vivaldi Moreira, Edison Moreira, Milton Campos, Eugênio Gomes, Ivan Lins, João Camilo de Oliveira Torres, Edgard de Vasconcelos, Edward Leão, Brito Machado, José Grossi e José Mariano Duarte Lanna.

1934 - Jornal de Ponte Nova, de vida efêmera.

 Na chamada de capa em 2017, o título ‘As caras do nosso Jornal’ indica que, nas páginas especiais, reunimos a opinião natalina de pessoas de vários segmentos da comunidade. Elas responderam a esta pergunta: ‘Qual deve ser o presente de Papai Noel para Ponte Nova em 2018?’

1935 (24/2) - O Olho, de José Gomes e Aristides Mazinho, com a colaboração de  Francisco dos Santos Pinto Coelho, Mário Clímaco e José Schiavo. Circula ainda O Arauto, informativo estudantil.

1936 - O Cinema e, depois, O Rádio, ambos de Antônio Lopes, Onofre Sarmento e Mário Clímaco.

1938 - A Sogra, redigido com os pseudônimos de Ping e Pong.

1941 - Revista Pontenova, bimestral (até 1943), de Raul Ramalho. Tinha como correspondentes Hélio Pereira/RJ e Morse B. Teixeira/BH.

1946 - A Luta, com os pseudônimos de Damião Buzina e conselheiro Acácio/secretário.

1951 - A Gazeta da Mata, de Willian FadeI Savione (secretariado por Júlio Sálvio de Luna) e, depois, de  José André de Almeida, vinculado à Organização Mineira de Imprensa e Rádio. Em 1955, Jamil Santos assume o jornal, que foi extinto em 1956 (sob redação de Nelson Alves).

1956 (30/10) - A Tribuna da Mata, de Jamil Santos, que em 20/4/1958 passa a direção a Gabriel Palermo. Em 1959, o diretor era João Vidal de Carvalho, com gerência de Benedito César e, depois, de  Galdino Godói de Abreu ( mais tarde, Paulo da Silva Andrade). Circulou até 1960, quando tinha, entre seus colaboradores, Joel Saltarelli e José Kleber Leite de Castro.

1958 - Gazeta Trabalhista, de José Sette de Barros, com Pedro Paulo Godinho/secretário e Rubem Sodré/gerente.

 Para marcar os 30 anos da FOLHA, distribuímos, pelas páginas da Edição Especial de 2018, fotos enviadas por nossos leitores registrando e ilustrando - mais uma vez - ações de solidariedade naquele fim de ano

1962 - O Miúdo, dos estudantes do Colégio Dom Helvécio, editado por João Carlos Brant Ribeiro.

1963 (agosto) - A Vanguarda (trimestral), da União dos Ex-Alunos Salesianos, dirigido por padre Eriberto Schimidt com Mário Clímaco/redator, Antônio Romualdo da Rocha/tesoureiro e Júlio Malta/publicidade.

1964 - O Seu Clube Informa, mensário do Rotary Club Ponte Nova, que circula até 1968.

1968 - O Leão da Ponte (março), mensário redigido por Nelson Alves, sucedido por vários diretores, entre eles Francisco Caríssimo Júnior e José de Souza Motta. Em 1981, o redator era Luiz Raimundo de Oliveira.

1972 - Folha de Viçosa/Ponte Nova, de Pélmio Simões de Carvalho, administrado em Ponte Nova por Joel Saltarelli. Colaboraram Francisco Ruffo Netto, Nélia Saltarelli, Aloísio Magalhães, Auxiliadora Vital e Sílvia Ravina. Posteriormente, atuaram Dilson de Abreu e Silva, Alfonso Tomé e José Zaidan. No esporte, fotos de Nonô Gato, Foto Marques e L. Calvo.

1974 - Nós Somos Cidade Educativa (fev), da Prefeitura Municipal, sob responsabilidade do prefeito Miguel Valentim Lanna, do presidente da Câmara, João Mayrink Neto, e da delegada regional de Ensino, Wanilza Lopes de Oliveira Ribeiro.

1975 - Boletim Mensal, do Rotary Ponte Nova Piranga. Circula o Informativo Jatiflor, das Usinas Anna Florência e Jatiboca. Entre os colaboradores, José Camilo Filho e José Carlos ltaborahy Filho. Ambos os jornais circulam até 1978.

1975 (14/9) - A Tribuna da Mata, de Joel Saltarelli, sendo editada até fins de 1977. Eram muitos os colaboradores: Kleber Rocha, Nélia Saltarelli, Luiz Carlos Silva, José Custódio, Dilson de Abreu e Silva, Hélcio Totino, Rubem Grossi, José Pires, Danilo Mayrink, Gilson Calais Mayrink, Edu Guimarães, Júlio César Oliveira, Antônio Fontes, Pedro Zaidan, Ricardo Motta, Fernando Mansur Barbosa e Guilherme Daniel.

 1976 (abril) - Circulação de Jornal/Revista Forma. Na fase inicial, edição de Fernando Grossi, tendo como redatores e colaboradores Guilherme Daniel, Luiz Raimundo de Oliveira, Gilberto Mayrink, Ricardo Motta, João Brant, Dilson de Abreu e Silva, José Fernando Vasconcelos, Laene Teixeira Mucci, Edelson Saltarelli e Nilson Oliveira, entre outros.

Eram vários os correspondentes: Rogério Parentoni e Jorge Caldeira (São Paulo/SP); e em Minas, José Afonso Baião (Ituiutaba), Gabriel Bicalho (Mariana), Sílvio R. Lanna (Rio Casca), José A. Pereira (Urucânia), Benito Taranto, Ítalo Della Bara, Elaine Gomes (os três de Viçosa), Carlos A. Baltazar (Ouro Preto) e ltamar Paiva (Ubá).

Na parte gráfica, atuaram Roberto Caldeira Braga, Airton Pyrtz e Antônio Inácio. Na assessoria cultural, Rui Mehreb e Délcio Teobaldo, além do apoio de José Francisquini. As últimas edições circularam em 1977.

1979 (7/7) - O Município, em nova fase, com direção de João Brant Ribeiro e redação de Antônio Brant Filho e José Custódio Lopes. Circulou até 1994, com fases distintas, eventualmente de circulação quinzenal. Foram vários os redatores e colaboradores. O mais assíduo foi Kleber Rocha. Além dele, Hélio Schiavo, Marcos Dias, Lelengo Alvarenga, José Schiavo, Fued Farhat, José Alfredo Padovani, José Barbosa de Vasconcelos, José Carlos Itaborahy Filho, Marcos Braga, Ricardo Motta e José Alexandre Fonseca.

1979 - A partir de setembro, o Informativo Coplacan, da Cooperativa dos Plantadores de Cana de Minas Gerais. Redação de Halaor Xavier de Carvalho e Mariângela Mattos, depois César P. Teixeira. Circulou até 1982. No final dos anos 1970, circulou ainda A Moenda, da Delegacia Regional de Ensino, editado por Ana Maria Fonseca Ribeiro.

1980 - Folha Integração Ponte Nova/Viçosa, substituindo a Folha de Viçosa/Ponte Nova, com Pélmio Simões de Carvalho contando com redação de Francisco Eustáquio Salgado. Entre os colaboradores, João Mayrink Neto (cujas colaborações foram reunidas em livro). O jornal circulou até 1982. Foram muitos os colaboradores, incluindo Curinga Caríssimo, repórter esportivo e fotógrafo.

1982 (junho) - Jornal de Ponte Nova, de Francisco Eustáquio Salgado, com apoio de Adelso Rodrigues de Lima. Colaboraram Geraldo Duarte Xavier, Sylvio Guimarães Reis, Rogério Teba, Marcos Dias, Curinga, Ricardo Motta, Paulo Tarcísio Mayrink, Alfredo Padovani e Mário Clímaco, entre outros. De 1983 a 1986, o redator foi José Carlos ltaborahy Filho, neste último ano com reportagens de Luiz Baião. Parou de circular em julho de 1987.

1984 (30/9) - O Piranga, dirigido por Alexandre Neves, Mário Drumond, José Sette Filho e Luiz César Vieira. Com apoio do prefeito Sette de Barros, circulou até meados de 1985, com vários colaboradores: Ricardo Motta, Emílio Trivellato, Mamede de Souza Freitas, Marcos Braga, Marcos Dias, Airton Pyrtz, Francisco Mayrink, José Alexandre Fonseca e Sylvio Lanna.

1985 (fev) - Classidicas, jornal de classificados e pequenos anúncios, circulou por cerca de alguns anos sob direção de Fernando Neves. Foram vários os colaboradores, entre eles Marcos Caldeira Braga.

1985 - Informativo Macuco, de curta circulação. Direção do presidente Sebastião Rolla Sena, redação de Neném Natali e colaboração de José Carlos Itaborahy Filho. Circula ainda Gol, jornal de esportes com curta duração, assinado por José Carlos Itaborahy Filho, Marcos Dias e Geraldo Jannus.

1986 (jul) - Elo Mirim, editado até 1989 sob direção de padre Ademir Ragazzi e, no final, via Associação Pontenovense de Proteção à Criança/APPC. Divulgava a Unidade dos Trabalhadores Mirins/UTM e outros projetos com vários colaboradores: Maria Aparecida F. Silva, Adair Liberato, Efigênia Câncio, Marcos Braga e, posteriormente, Edson Joseph. Em 1989, o jornal era editado por Marcos Braga e Kleber Rocha.

1987 (set) - A Cidade, de padre Ademir Ragazzi, também divulgando a Unidade dos Trabalhadores Mirins - UTM. José Carlos Itaborahy Filho assinou as quatro edições iniciais. Posteriormente os editores foram Marcos Braga e Edson Joseph. O jornal deixou de circular no fim daquele ano.

1987 (7/11) - Surge a Folha da Mata/Ponte Nova, de Pélmio Simões de Carvalho, editado por José Carlos ltaborahy Filho e Joel Saltarelli até nov/88, com vários colaboradores: Gérson Café, Olegário Lopes Neto, Nonô Semião, Sylvio Guimarães Reis, Lecy Ferreira, Nenzinha Moreira e Fued Farhat. Teve apoio do Foto Studio e, depois, do Foto Marques.

1988 (mar) - Jornal da Amapi, bimestral da Associação dos Municípios do Vale do Piranga, editado durante seis meses por Domingos Sávio Martins e diagramado por José Carlos Itaborahy Filho.

Fizemos o registro das datas até a fundação desta FOLHA sem menosprezar os que também fizeram sua parte para a grandeza da imprensa escrita dos anos 1990 para cá. Fica sem registro ainda a nossa história radiofônica e televisiva, numa pesquisa que exige outro fôlego editorial.







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